Formador: Como e Porquê muda uma Profissão?

O Forma-te esteve presente, no dia 25 de Outubro (2010), no Auditório do IEFP, em Lisboa, num Seminário que teve como objectivo principal o de discutir, aferir e validar os resultados do Estudo designado por FORMADOR – Como e Porquê muda uma Profissão. Este trabalho tinha como objectivo geral a definição das competências actualmente mobilizadas pelos Formadores para o exercício da respectiva profissão, e ainda a caracterização das condições sócio-profissionais da sua actividade em Portugal. Poderá aceder a três documentos: Síntese dos Resultados. Documento Completo. e Sumário Executivo

Formador - Formação de Formadores

 

Quero ser Formador! O que tenho que fazer?
Guia do Futuro Formador:
Se pretende ser Formador não pode perder esta apresentação que pretende apoiar todos os candidatos ao Certificado de Competências Pedagógicas de Formador (CCP)

 

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1. Novo Referencial da Formação Pedagógica Inicial de Formadores (2ª edição 2013). REFERENCIAL

2. Ver Referencial Antigo da Formação Pedagógica Inicial de Formadores (1999) Antigo referencial.

3. Ver o Perfil Profissional do Formador.

No âmbito do enquadramento legal da formação profissional, estabelecido pelos Decretos-Leis nº 401/91 e 405/91, ambos de 16 de Outubro, é em 1994 a 18 de Novembro que  se regulamenta o exercício da atividade de formador, no domínio da formação profissional inserida no mercado de emprego: Decreto Regulamentar nº 66/1994, DR nº 267, Série I-B, de 1994-11-18, tendo merecido uma revisão parcial, consubstanciada no Decreto Regulamentar nº 26/97, de 18 de Junho.

 

As exigências de certificação profissional são as contidas no Decreto-Lei nº 95/92, de 23 de Maio, no Decreto Regulamentar nº 68/94, de 26 de Novembro e na Portaria nº1119/97, de 5 de Novembro, onde ficaram estabelecidas as normas específicas de certificação respeitantes à caracterização das condições de homologação da formação pedagógica, necessária à obtenção do certificado de aptidão de formador, e das condições de renovação daquele certificado.

O boletim do trabalho e do emprego 1ª série nº 31 de 22/08/2000 define o Perfil Profissional do Formador, em vigor, descrevendo as atividades que realiza na preparação, animação e avaliação das ações de formação, bem como as competências técnicas (saber fazer) e competências psico-sociais (saber ser) que deve desenvolver e as áreas temáticas da sua qualificação profissional.

Em 2010 a Portaria n.º 994/2010 de 29 de Setembro, termina com a obrigatoriedade de renovação do CAP de Formador. Com a publicação do Decreto-Lei n.º 92/2011, de 27 de Julho, que cria o Sistema de Regulação de Acesso a Profissões - SRAP, é revogado o Decreto Regulamentar n.º 68/94, de 18 de Novembro, alterado pelo Decreto Regulamentar n.º 26/97, de 18 de Junho. A partir desta data deixa de haver base legal para a emissão do CAP - Certificado de Aptidão Pedagógica de Formador, passando a ser emitidos CCP - Certificados de Competências Pedagógicas, ao abrigo da Portaria n.º 214/2011, de 30 de Maio. Os CAP já emitidos mantêm-se válidos. 

 

Tudo o que precisa de saber sobre a formação de formadores poderá encontrar no NETFORCE ( http://netforce.iefp.pt/#). É um Sistema de Informação da Formação e Certificação de Formadores, disponibilizado e gerido pelo IEFP, IP. Veja o NetForce

Formações de 10 horas em UFCD

O Catálogo Nacional de Qualificação (CNQ) vai poder integrar Unidades de Formação de Curta Duração (UFCD) de 10 horas no âmbito de um projeto piloto. Até agora, o CNQ apenas contemplava UFCD de 25 ou de 50 horas, muito embora já possibilitasse o desenho de formações à medida das necessidades de qualificação das entidades empresariais. Este projeto piloto consubstancia-se na integração no CNQ de 90 UFCD (repartidas por 5 áreas de educação e formação) de 10 horas, resultantes da partição de UFCD de 25 horas inseridas em percursos de qualificação de nível 2 (correspondente ao 9.º ano de escolaridade e/ou certificação profissional) e de nível 4 (correspondente ao ensino secundário e certificação profissional). Todas estas UFCD são autonomamente certificadas e podem ser capitalizáveis para a conclusão de percursos de qualificação que permitam obter uma qualificação do Quadro Nacional de Qualificações. Ver artigo Completo da ANQEP